APOSTILA

O Desenho é mais que uma técnica regida por um metodologia prática. Nesta apostila – dedicada a produtores de imagem em geral, reunimos algumas elaborações a respeito de uma prática atenta também ao campo teórico, onde veremos que o Desenho opera um intercâmbio entre “experiências visuais”. Todo desenhista deve considerar essa dimensão de significados em sua prática – a qual revela a expressão desenhística como participante da produção e circulação de símbolos (e afetos) na cultura. Confira alguns trechos:

 

“Assim, o Desenho mais realista não é aquele que representa exatamente “como é” a coisa (até por ser impossível um encontro com o real e seu registro definitivo), mas o que torna verossímil uma experiência. Em outras palavras: o Desenho realista manipula as coordenadas da visão, de modo a criar uma experiência visual convincente.”
“Dentro da palavra “experiência” (Erfahrung), conforme entendida pela filosofia, há o termo viagem (fahren). Esta é a acepção de Hegel, que depois Benjamin e especialmente Lacan irão retomar para qualificar a experiência analítica da Psicanálise, no entanto, logra descrever também o efeito da ação imagética e sua consequência em termos de experiência (ou “viagem”) no expectador.”
“A função do desenhista é a de reativar afetos e apresentar formas indescobertas de convívio, que gerem vitalidade às relações. Como a do pajé indígena, sua função é a de apontar as caravelas que ocultam de nós mesmos nossa própria contemporaneidade.”
(Gustavot Diaz, Desenho como Experiência Visual“)

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